2005-12-30

Aviso

(Coisas que me deviam ter dito antes de eu usar um clister no meu filho)

Quando se está prestes a usar o famoso bebegel:

1: ... deve-se fazê-lo antes e não depois do banho.
2: ... não convém que a criança tenha vestido um body que sai pela cabeça.
3: ... convém que haja umas quantas pessoas por perto: uma para passar os toalhetes, outra para tratar da roupa e, já agora, uma para limpar o suor da testa.
4: ...nunca, mas nunca se deve fazê-lo quando se está prestes a receber visitas.
5: ... preparem-se para o pior.

Mãe é mãe

"Mãe é mãe"?

Durante o Natal eu e a minha sogra falámos sobre a maternidade e a paternidade e sem saber bem como, ela estava a acusar-me de eu, com a I., a preterir em favor da minha mãe. De lhe permitir coisas com a bebé que a ela não permitia.

Não concordei com ela, mas admiti que com a minha mãe sinto um à-vontade e confiança diferentes. Não só por ser a minha mãe, mas também por ser como é: parecida comigo. Ou eu com ela. E na altura não o disse, mas uma coisa, com a minha mãe, faz toda a diferença: eu posso dizer-lhe o que penso, o que gosto e não gosto, e ela não se chateia comigo. Compreende ou pelo menos respeita. Sem mágoas.

Quando terminámos a conversa, ela disse-me que tinha pedido à minha cunhada para que quando tivesse um filho não fizesse distinção entre ela e a sogra. Eu compreendo, mas tenho dúvidas. É possível? Honestamente?

"Mãe é mãe" aplica-se mesmo ou é/foi injustiça minha?

Quando

o J. nasceu, eu confesso, queria que o tempo passasse depressa.

Para desaparecerem as dores da cesariana, de costas e de cabeça. Para acabar a interminável perda de sangue. Para desaparecer o cansaço que sentia. Para ele começar a dormir melhor. Para ele deixar de ser tão frágil. Para o cordão cair.

Agora não quero. Quero que passe devagarinho. Pode ser?
É que já está quase a fazer dois meses e eu nem dei por isso.

2005-12-29

Ao

ver umas fotos minhas com quase dois anos, portanto antes dos filhos, um amigo diz: "Eh pá, eras uma gaja toda boa, pá!"

Eu rio-me e respondo: "E ainda vou voltar a ser!"

Gajo

que é gajo não poe creme na cara. Até o meu homenzinho de quase dois meses sabe disso.

(Faz cá umas fitas!)

2005-12-28

Prenda para ele


(Feita por quem ofereceu. Adorei!!)

Experiência

Sem word verification. Vamos ver como corre.

Opostos

Dele: sair com ela e esquecer-se de levar o casaco.
Meu: dar-me conta de que ele saiu sem levar nenhum dos casacos dela.

Primeira vez

a cantar, dela: "A todos um bom Natal!".

Porque adora música mas nunca, nunca tinha cantado! (Só preenchia as músicas com as palavras certas, nas pausas que faziamos)

Dele

"Tão grande!", "Tão gordo!", "Que bochechas!", "Está enorme!".

Eu

tenho uma dificuldade enorme de argumentação.

Sempre que sou confrontada com qualquer coisa que me obriga a ripostar ou defender-me, atrapalho-me. Faltam-me os argumentos, não consigo expressar-me da melhor maneira, irrito-me e por isso não consigo ser clara e convencer.

Mais tarde, os ânimos refreados, vem-me tudo o que não consegui dizer. Invariavelmente fico com a sensação que não disse nada, que não consegui explicar, que falhei.

É no "papel" e nas palavras escritas que encontro conforto, que sou mais eu, que consigo explicar o que sinto e as minhas razões.

(É um handicap que tenho que me entristece bastante)

2005-12-27

Caracóis rebeldes


(Que só aparecem de vez em quando)

Imagens dela

Diferentes perspectivas ou A minha sogra acha que a minha filha é um anjinho

Sossegada, calma, dócil.
Palavras usadas por ela. E eu e o M. tivemos que nos rir.

Prendas preferidas dela

Livro para colorir com lápis (já não queria abrir mais prendas)
Cozinha de plástico e acessórios
Carrinho para passear "bebés"
Quadro "Easy Writer" para fazer desenhos

Aviso

Entra-se num cabeleireiro, diz-se que se tem dois filhos e sai-se de lá com ar de "mamã".

(Quase sempre, quando vou ao cabeleireiro, chego a casa e enfio a cabeça debaixo do chuveiro)

Do Natal

Muita gente, muita comida, muitas prendas, muito barulho.
Gostei.

2005-12-22

Sou

(salvo as devidas excepções)
muito organizadinha e arrumadinha, e gosto tanto de ser assim!

(A preparar a ida para baixo, para passar o Natal)
(E depois desta aposto que me vou esquecer de uma data de coisas, só para chatear)

Está

tão gordo que tem duplo queixo.

Remédio

para quase todos os males: espreguiçadeira em movimento.

Remédio para os piores males: chucha na boca, encostadinho à mãe ou ao pai que andam e dão palmadinhas suaves no rabiosque.

2005-12-21

Imagens dela

Imagens dele

Começa

a fazer mais intervalos de quatro horas ou mais, mas raramente quando eu estou a dormir.

Ele

já se ri para mim, olé!

(Muito, muito!)

2005-12-20

Da minha maternidade

Não sou uma daquelas pessoas a quem a maternidade assenta como uma luva. Gosto de ser mãe, mas sê-lo significa, em muitos momentos, um esforço para mim.

Custa-me a falta de liberdade e de tempo. De privacidade.
Custa-me chegar a casa e uma vez por outra não me poder sentar no sofá a dormir, a ver televisão ou a ler. Só.
Custa-me não ir ao cinema, a concertos, jantar fora, tomar um café à noite.
Custa-me ter que planear ao mínimo detalhe um fds a dois, com recurso a outros.
Custa-me não poder tirar férias como gosto, não viajar o que queria.
Custa-me levantar cedo e ter que brincar com ela quando o que me apetece é dormir.
Custa-me ter que a convencer a comer, ou a mudar a fralda, ou a não fazer isto ou aquilo, agora que está na fase das birras.
Custa-me isto e muito mais.
Custa-me mudar fraldas mal cheirosas.
Custa-me entrar num café e ter que estar de olho nela, o mesmo num centro comercial ou noutro sítio qualquer.

Não é sempre, mas é algumas vezes.

Falta-me muitas vezes a paciência e a disponibilidade mental. Tenho uma espécie de egoísmo do qual a maternidade não me livrou.
Gosto de ser mãe, mas muitas vezes tenho que me censurar e melhorar para ser melhor mãe, e estou longe de ser perfeita ou ideal.

Por eles, espero ser suficientemente boa. Com esforço e de certeza com muitos erros.

Coisas boas

Estar com os amigos

2005-12-19

Pelo MSN

ele diz-me que quantidade de salada devo lavar e qual é para a salada e qual a que vai usar nas entradas. E avisa-me para ter cuidado e não as trocar, poque a da salada é melhor que a outra.


Este homem é um espectáculo.

Natal cá em casa

Imagens dele

Jantar de Natal

É hoje.

Ontem virámos a sala do avesso, o M. esteve a cozinhar até tarde e eu enchi a casa de velinhas.
Divido-me entre a excitação de receber uma grande parte dos meus amigos em minha casa e o receio de que a I. esteja mais birrenta que nunca, o J. não queira adormecer e eu passe a noite no quarto.

2005-12-18

Da maternidade

De vez em quando há um filho que me vomita de cima a baixo.

Estou

gorda como nunca estive, o meu corpo com formas que a gravidez deixou e ele ainda não resolveu. Estou pálida e olheirenta, e o meu cabelo que até há pouco tempo tinha um corte giro, está esquisitíssimo porque cresceu. A única roupa que me serve é a de grávida.

É sem dramas que o digo, e apenas como uma constatação: nunca estive tão feia na minha vida.

Ele

no quarto não quer dormir e chora. Na sala, com ela aos berros, a música e as nossas vozes, dorme como um anjinho.

2005-12-16

Seis semanas

Está grande! Comprido e gorducho. Noto-o na roupa, na fralda que já é o 3, no espaço que ocupa na cama e na forma como as minhas mãos o agarram. Tem uma força incrível e já se quer virar, em especial quando me dá menos jeito: na muda da fralda.

As tardes desta semana têm sido desassossegadas. Parece incomodado e mesmo no colo custa a acalmar. Suponho que são cólicas. As noites variam muito. Normalmente adormece sempre sem problemas, na cama, mas a partir do meio da noite começa a despertar do sono e espreme-se muito, parece muito incomodado. De manhã é quando dorme melhor.

Continua a ser muito "sonoro" e não sorri tanto como a I. fazia. Adora estar na espreguiçadeira, com ou sem abanos.

Temos

árvore de Natal há uma semana, intacta ou A minha filha ainda me surpreende

Ela

está com febre e ficou em casa. A avó está cá para ajudar. Eu e ele andamos a fugir dela para evitar um possível contágio (nele).

2005-12-14

Se

o quero ver feliz é:
* Sem fralda
* No banho

A minha filha

A minha filha tem uns olhos castanhos, pestanudos, enormes e lindos. Tem uma boquinha pequenina e, quando se ri, a boca fica ainda mais gira e aparecem bem à mostra os dentinhos todos certinhos e pequeninos. Tem um narizinho minúsculo e arrebitado e umas orelhinhas saídas e quase não tem cabelo e atrás adivinham-se uns caracóis que só aparecem às vezes. É muito expressiva e quando ri, ri-se toda: olhos, boca, bochechas, sobrancelhas, queixo, testa, cabelo, ombros, pescoço. A minha filha é linda!

A minha filha tem sentido de humor e um riso fácil e sonoro, e ri-se muitas vezes porque é muito alegre e bem-disposta. É esperta como tudo e gosta de ser o centro das atenções e cativa as pessoas. A minha filha, às vezes, dá-me abraços mesmo sem eu os pedir, e sabem bem, porque são apertados e sentidos. E às vezes dá beijos misturados com abraços e com risos. A minha filha mostra os livros ao irmão que não os vê e diz-lhe "olha", e quer sempre fazer-lhe festinhas e dar beijinhos e ri-se toda quando ele aparece.

A minha filha é tudo aquilo de que me queixo, mas também isto. E muito mais.

2005-12-12

Licença de Maternidade V

Quando quero dormir não posso, quando posso não consigo.

Imagens dela

É que não pára!



Amigos

são aqueles que se lembram de coisas para nós, que nem a nós próprios ocorreriam. :)

Obrigada!

Uma tarde

com a minha filha, neste momento, pode funcionar como um poderoso "anticonceptivo psicológico".

(Espero que não tenham ficado demasiado traumatizados, H. e M.!! :) )

Estou

a aquecer-lhe o leite no biberão, no microondas. Aquilo dá uma volta, cai, e o leite espalha-se por todo o lado. Ela olha, à espera.

E eu "Ai que a mãe é uma tonta". E ela "Tonta!", a concordar, e eu "É!". E ela "Tola!", a reforçar, e eu "Pois sou!". Ela "Da cabeça!" (dedo espetado na testa, de lado), a explicar, e eu "Pois é!".
E ela "Poças!".

"Poças"?

(Assim, com a entoação correcta, como quem se lastima)

No meu comunicador

outro filho a chorar.

Desvantagens da Amamentação

A hipótese de vir a ter uma noite descansada nos próximos meses é muito remota.

Vantagens da Amamentação

Amamentar.

:)
(Não é preciso explicar, pois não?)

A minha filha

tem um feitio tramado. Ai tem, tem.

2005-12-09

Licença de Maternidade IV

Às 20h sinto-me como se fosse de madrugada.

(Não tenho conseguido dormir durante o dia. E bom, não tenho conseguido dormir grande coisa durante a noite. :) )

Licença de Maternidade III

Uma amiga que pergunta o que é preciso para eu atender o telemóvel. Resposta: uma babysitter!

Licença de Maternidade II

Ele achar que nós não fazemos nada.

Licença de Maternidade

Começar a fazer o jantar antes de almoço.

Tinha

experimentado o babygrow há duas ou três semanas e estava muito grande. Ontem vesti-lho e está-lhe justo.

(Ai a minha vida!)

2005-12-08

Descemos

as escadas e estamos na praia. Começa imediatamente a agarrar areia e a mandá-la ao ar.
Sim, naquela parte mesmo no início da praia, cheia de beatas e lixo.

Tento convencê-la a avançar para junto do mar. Peço, exijo, imploro, ordeno.
Acabo com ela debaixo do braço a espernear aos gritos.

(O M. diz que eu não tenho pedalada para ela. E se calhar não tenho mesmo!)

Imagens deles

Imagens dela

2005-12-07

Ele

passa cada vez mais tempo acordado. Eu passo cada vez mais tempo a tentar adormece-lo.

2005-12-06

E, de repente,

olho para ele e está ENORME. Gorduchinho. Giro.

Foi ontem

Foi ontem e agora não há volta a dar. Não há como voltar atrás, como começar de novo. Como remediar, corrigir, dizer que não. É o princípio de uma nova era.

Foi ontem que ela exigiu (reparem que eu disse "exigiu" e não "pediu" ou "pedinchou") o DVD do Shrek. E eu tive que esquecer o Serviço de Urgência e resignar-me à minha (triste) sorte.

A I.

é princesa e ai de quem lhe disser que não!

(Ontem o pai, para se meter com ela, disse-lhe que não, e tivemos direito a choradeira no volume máximo)

2005-12-05

Eu

, para ele: "Às vezes não te apetecia uma semana sem filhos?"

Acabou

de adormecer.

Entro no quarto para ir buscar a capa dos documentos dele. Abro a gaveta devagarinho e tiro-a. Quando estou prestes a movimentar-me para sair do quarto, porque não quero fazer barulho ao abrir aquilo (prende com velcro), penso: "ora bolas, o miúdo tem que se habituar ao barulho durante o dia". Abro aquilo com força e determinação.

Enquanto o embalo na cama e ele olha para mim, furioso, a espernear, uma palavra repete-se na minha cabeça: "Estúpida, estúpida, estúpida!"

Pérolas

Uma tia que, ao ver-me esboçar a intenção de pegar no meu filho, me previne: "cuidado com a cabecinha!!"

Eu já sabia

que ia ser assim.

Começámos a levar o J. para a sala na espreguiçadeira. Para ele sair do quarto e porque começa a estar mais desperto. Começou a nossa saga com a I.

Não sai de volta dele. Quer tocar, dar beijinhos, estar sempre a mexer. Depois de um bocado em que nós a deixamos mexer e o J. não parece incomodado, começa a "esticar-se". O miúdo começa a ficar impaciente e nós começamos a tentar que ela vá brincar e pare de lhe tocar. É aqui que a coisa fica feia.

Furiosa por ser contrariada, começa a chorar e a protestar, usando para o efeito movimentos mais bruscos com o J. e coisas que sabe que não pode fazer, como mexer-lhe na cabeça, ou puxar-lhe o braço com mais força.

Ontem começou a agitar o braço perto da cabeça do miúdo, numa ameaça de lhe bater, enquanto eu lhe dizia firmemente para parar com aquilo. Eventualmente acertou-lhe na cara, e eu, furiosa, berrei o nome dela e dei-lhe uma sapatada na mão (coisa que nunca faço). E depois era por um lado o J. muito atrapalhado a tentar perceber o que lhe tinha acontecido, ela a berrar como se a tivessem espancado (o que já é habitual) e muito ofendida agarrada à mão, e eu, furiosa e sem saber o que fazer.

É mesmo muito complicado de gerir. Por mais calma que tenhamos (e nisto o M. é muito mais calmo que eu) as coisas acabam invariavelmente com ela a chorar, e nós a ralhar com ela, ou a levar o J. para o quarto ou outra coisa qualquer. É muito difícil lidar com a teimosia dela e não sabemos muito bem o que fazer. Temos a noção de que afastá-la do miúdo só a faz ter mais vontade de lhe tocar e pode prejudicar a relação deles, mas não podemos permitir que o magoe ou vá deliberadamente contra o que lhe dizemos (também não o permitimos noutras situações).

A ver vamos.

(Adenda: A ideia dela ao ameaçar bater no irmão não é qualquer tipo de ressentimento contra ele, acredito, mas apenas e só uma maneira de me desafiar e de "bater o pé", por ter sido contrariada.)

Já não me lembrava

do poder de uma espreguiçadeira em movimento.

Com 1 mês

, o J.:

* Fica na cama a esticar as pernas e a olhar à sua volta.
* Começou com um periodo de agitação no final da tarde, que significa mamar com muito mais frequência, adormecer para acordar logo a seguir e muita resmunguice. (A I. também o teve, mas acho que era mais no início da noite, ou seja, mais tarde. Engraçado é que depois deste periodo de agitação pode seguir-se uma sesta muito maior que o normal. Ontem foi de 5 horas.)
* Começou a ir para a sala na espreguiçadeira.

2005-12-03

Dora

"Dora
Rainha do frevo
E do Maracatu
Dora
Rainha cafuza de um maracatu
Te conheci no Recife
Dos rios cortados de pontes
Dos bairros das fontes, Coloniais,
- Dora - Chamei
- Ô Dora! Ô Dora...
Eu vim a cidade
Pra ver meu bem passar
Ô Dora...
Agora... no meu pensamento
Eu te vejo, requebrando pra cá,
Ora pra lá, meu bem,
Os clarins da banda militar
Tocam para anunciar,
A tua Dora agora vai passar,
Venham ver o que é bom!...
Ô Dora, rainha do frevo e do Maracatu,
Ninguém requebra nem dança melhor do que tu!"

De Dorival Caymmi
(Linda, cantada por Vinicius e Toquinho)

(Para a Dora, que gosto de ler e faz umas malas lindas!)

2005-12-02

No quarto

um bebé que adormece a ouvir João Gilberto.

Natal

Eu e o M. dividimos o Natal entre as duas famílias, já que elas se encontram em pontos opostos do país. Um Natal com uma, o seguinte com a outra.

Este ano calha à família do M. Os Natais com eles são fantásticos. São mais que muitos, todos muito unidos (vivem na mesma cidade), alegres e bem-dispostos. A divisão escolhida para a troca de prendas fica cheia com um indescritível monte (a primeira vez que vi fiquei boqueaberta) e a coisa dura pela madrugada dentro. É um pagode!

Tenho que admitir que é muito mais giro e animado que um Natal em minha casa. (Não digam nada aos meus pais)

Este ano, e desde que soube da gravidez, afirmei que este Natal seria em nossa casa. Não me apetecia a alegre confusão do Natal lá em baixo, com um recém-nascido. Não me apetecia, porque já sei como é. E porque já sei como sou.

A casa da mãe do M. é um entra e sai de gente. Depois toda a gente quer ver, pegar ao colo, etc (naturalmente). E eu não gosto que me perturbem os sonos da criança, que andem de volta dele a passá-lo de colo em colo. Quando eles são assim pequeninos eu sou MESMO mãe-galinha super protectora. Ninguém o acorda, não há colos.
E stresso imenso com a confusão que se gera.

Desde há umas semanas para cá que o M. insiste para que passemos o Natal "lá em baixo". Eu sempre me neguei, mas acabei por não resistir a fazer-lhe a vontade.
Como é típico em mim, já ando a imaginar o pior cenário possível. Vamos ver!

Jantar de Natal

De há uns anos para cá que nos reunimos em nossa casa para fazer um jantar de Natal. Nós e os amigos que nos acompanham desde a universidade (há um penetra, mas um penetra merecido).

Este ano, mesmo com o J. tão pequenino, achámos que tinha que acontecer. E vai acontecer, ainda que, desta vez, com a ajuda de todos.

E pronto, salve-se quem puder! :)

(Vamos lá ver se consigo comprar as prendinhas para a habitual troca! :|)

2005-12-01

Quatro semanas dele

Hoje.

Ainda dorme muito. De dia faz duas ou mais sestas de três horas, mas começa a ficar mais desperto e a fazer umas sestas mais pequenas. Dorme quase sempre entre as 19h e as 5h da manhã, e apenas desperta para comer. Quase sempre adormece sem problemas, a seguir, na cama. A partir das 4h/5h/6h começa com uns sonos pequeninos e com muitas resmunguices. É o que me custa mais, porque ainda estou cheia de sono.

De dia mama de três em três horas, às vezes aguenta três horas e meia, outras vezes apenas duas. À noite idem.

Vestido pesa cinco kilos.

Quando está desperto só quer colo. Experimentámos esta semana a espreguiçadeira, mas a não ser que seja abanado lá, não acha muita piada.