Quando
estive grávida da I. e fiz o curso de preparação para o parto, o M. fez questão de assistir sempre, a não ser que por motivos de força maior não o pudesse fazer.
Foi sempre um pai grávido muito presente e interessado.
No grande dia não lhe foi permitido assistir ao parto porque a I. nasceu de forceps, e mesmo na dilatação não esteve comigo (não percebi muito bem porquê).
Neste segundo curso de preparação, que começou hoje, ele vai estar igualmente comigo. Foi com grande consternação e tristeza que soubemos que a maternidade onde o bébé vai nascer está em obras, e na altura do parto os pais vão estar impossibilitados de assistir ao nascimento dos filhos, por falta de condições.
Não é tanto por mim, é mais por ele, que me sinto realmente triste. Eu sei que ele merecia, e muito, estar presente no nascimento de (pelo menos) um filho.
Foi sempre um pai grávido muito presente e interessado.
No grande dia não lhe foi permitido assistir ao parto porque a I. nasceu de forceps, e mesmo na dilatação não esteve comigo (não percebi muito bem porquê).
Neste segundo curso de preparação, que começou hoje, ele vai estar igualmente comigo. Foi com grande consternação e tristeza que soubemos que a maternidade onde o bébé vai nascer está em obras, e na altura do parto os pais vão estar impossibilitados de assistir ao nascimento dos filhos, por falta de condições.
Não é tanto por mim, é mais por ele, que me sinto realmente triste. Eu sei que ele merecia, e muito, estar presente no nascimento de (pelo menos) um filho.
11 Comments:
sim...é um momento dos dois.
Podem sempre subornar o empreiteiro para despachar as obras :p
Agora mais a sério....tenho pena que assim seja :(
é chato, e compreendo a tua tristeza... consigo ver mesmo o M. a assistir e a ajudar-te.
E qdo é q neste raio deste país percebem q «isto» do parto tb deve ser vivido a dois?
Sandra Flores
Não existe a hipótese de mudarem de maternidade?
beijocas
Essa é umas das razões pela qual a MAC nunca fez parte da minha lista de possibilidades para um parto.
Para nós, é essencial que ele esteja presente do início ao fim (se o desenrolar do parto o permitir claro!).
As razões que se prendem com a nossa escolha da maternidade têm muito a ver com o que nos achamos prioritário: o melhor tratamento possível para o bébé. A melhor assistência no parto, em caso de problema.
Não é o meu conforto nem a presença do pai, nem a epidural, nem o trato mais ou menos humanitário que eu possa ter.
Por isso é tão difícil para nós pensar em mudar.
(Obrigada pelos mimos)
hmmm...na magalhães coutinho tens isso tudo, também...nós, pelo menos, não tivemos ponta de queixa...e o pai-vagem esteve comigo o dia inteirinho..
tenta ver outras hipóteses..imagino que para o M. seja uma desilusão não poder estar convosco..
O api cá de casa assistiu aos dois partos, o primeiro também foi com forceps e deixaram-no ficar, no segundo quase não ia assistindo tal a pressa da rapariga em ver o mundo! Mas ele continua a dizer que é um momento inesquecível e único, a não perder.
Não sei se não devem ponderar a hipótese de mudar de maternidade...acho que ele merece.
o "pai" e não o "api", é claro.
Mas Xana, essa (felizmente) não é a única maternidade que garante o que tu achas prioritário.
As minhas prioridades são exactamente as tuas, e quando escolhi o sítio onde a Joana ia nascer, foi exactamente com base nos mesmos príncipios.
Ter o pai ao lado ajuda muito. E acho que o M. ia te dar muito apoio pelo o que conheço dele.
Espero que chegam à solução ideal para o vocês! Além dissp, o que importa mesmo é que corra tudo bem!
Beijinhos
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