Dia Mundial da Asma
O pai M. tem asma.
Quando era pequenino estava sempre a caminho do hospital. A mãe conta que ele não se queixava e, maiorzinho, só pedia uma revistinha para ler enquanto esperava.
Teve uma infância difícil por causa desta doença e era uma criança magricelas e com ar pouco saudável.
Acredito que as experiências menos boas que viveu por causa da asma, ajudaram a que se tornasse na pessoa maravilhosa que é hoje.
Quando adolescente começou a praticar surf e melhorou bastante. Deixou de ser enfezado e de ter crises constantes.
Dos nossos tempos iniciais de namoro ainda lembro algumas crises, quando aconteciam o esforço fisico ou as alergias. Por duas vezes tive que conduzir com pressa para o hospital, angustiada, a respiração difícil e sibilante.
Agora, faz medicação preventiva e está bem melhor. Quase nos esquecemos da asma.
Quando fiquei grávida, o fantasma começou a perseguir-me.
A I. até agora não teve qualquer manifestação da doença. Já se constipou sem complicações de maior. Tenho esperança que não faça parte da percentagem dos que herdam a doença.
Da minha parte faço e fiz tudo para que não aconteça. Livrei-me do tabaco e não o tolero em minha casa ou perto dela.
Espero que filhos meus não tenham essa complicação e que o M. continue com a doença controlada.
Cerca de 100 - 150 milhões de pessoas no mundo sofrem de asma, ocorrendo mais de 180.000 mortes por ano.
Quando era pequenino estava sempre a caminho do hospital. A mãe conta que ele não se queixava e, maiorzinho, só pedia uma revistinha para ler enquanto esperava.
Teve uma infância difícil por causa desta doença e era uma criança magricelas e com ar pouco saudável.
Acredito que as experiências menos boas que viveu por causa da asma, ajudaram a que se tornasse na pessoa maravilhosa que é hoje.
Quando adolescente começou a praticar surf e melhorou bastante. Deixou de ser enfezado e de ter crises constantes.
Dos nossos tempos iniciais de namoro ainda lembro algumas crises, quando aconteciam o esforço fisico ou as alergias. Por duas vezes tive que conduzir com pressa para o hospital, angustiada, a respiração difícil e sibilante.
Agora, faz medicação preventiva e está bem melhor. Quase nos esquecemos da asma.
Quando fiquei grávida, o fantasma começou a perseguir-me.
A I. até agora não teve qualquer manifestação da doença. Já se constipou sem complicações de maior. Tenho esperança que não faça parte da percentagem dos que herdam a doença.
Da minha parte faço e fiz tudo para que não aconteça. Livrei-me do tabaco e não o tolero em minha casa ou perto dela.
Espero que filhos meus não tenham essa complicação e que o M. continue com a doença controlada.
Cerca de 100 - 150 milhões de pessoas no mundo sofrem de asma, ocorrendo mais de 180.000 mortes por ano.
9 Comments:
Só para acrescentar, estima-se que em Portugal cerca de 1 milhão de pessoas sofrem de asma :(. o número está a aumentar cada vez mais fruto da poluição que nos rodeia.
Susana (na esperança que a Beatriz não sofra tb desse mal)
Torcemos para que continuem os dois assim...
E vai continuar tudo bem, por esses lados, vais ver!
Bjs
Alda
E quando fumavas?
Não sabias disso tudo?
Não respondo a comentários anónimos.
Como eu te percebo Xana. Peço todos os dias a Deus que a Alexandra não tenha herdado o mal da mãe. Infelizmente passei muito tempo a correr para o hospital para receber oxigénio, uma infância e adolescência terrível. Felizmente actualmente está controlada.
E quando fumavas?
Não sabias disso tudo?
Olá Angela!
Não sabia do quê?
Que havia um dia mundial da asma?
Que o M. tinha asma?
Que quando engravidasse ía deixar de fumar?
Que ía ter medo que os meus filhos tivessem asma?
Que ía fazer o que pudesse para que eles não tivessem asma?
Sim.
Sim.
Sim.
Sim.
Sim.
Se calhar o que não fazia quando fumava e agora faria - se o fizesse, era ter o cuidado de nunca fumar ao pé do M.
Desde que deixei de fumar fiquei mais fundamentalista e menos egoísta, acho.
Um vício é isso mesmo: saber que não se deve fazer algo mas não conseguir deixar de o fazer.
Quando era fumadora também não percebia (ou não queria confrontar-me com isso) que estava a ser egoísta quando fumava ao pé dos outros. Foi preciso mudar-me para o outro lado da barricada para o compreender.
Não deixo de sentir alguma pena quando vejo um fumador sucumbir ao seu incontrolável desejo...
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